A sorveteria da Confeitaria Romana elaborou maisuma novidade para o verão 2012. O''Andaluz '' traz em sua composição, além dos ingredientes tradicionais, cravosda Índia e canela. Maria Auxiliadora, técnica alimentícia da Romana, revela queesses ingredientes foram colocados para dar ao doce um sabor mais leve eromântico, que remeta o consumidor aos sabores e vivencias de sua infância.
Na Confeitaria Romana, os sorvetes são preparados nosmoldes da sorveteria tradicional italiana. Nela, ele é feito com uma massa maisdensa que ajuda a evidenciar o sabor. Segundo Auxiliadora, outro ponto que ajudaneste quesito é a diminuição dos cristais na elaboração do doce: '' Podemos dizer que um sorvete está ligado a uma leifísica que diz: quanto mais rápido for o batimento e maior for a cadeia de frio,menor serão os seus cristais. Essa é a idéia do sorvete italiano. Essa é umamaneira de utilizarmos a tecnologia para favorecer nosso paladar''.
Os sorvetes artesanais da Confeitaria Romana são servidos somente naunidade de Barão Geraldo.
O sorveteno Brasil
No Brasil, o doce inventado primeiramente pelos chineses e aperfeiçoadopelo viajante italiano Marco Pólo, chegou através de um carregamento queaportou, em 1835, no Rio de Janeiro, com 270 toneladas de gelo. Doiscomerciantes cariocas compraram a mercadoria e fundaram a primeira sorveterianacional que vendia apenas sorvetes de frutas.
Apesar disso, apenas em 1941, com a fundação da U.SHarkson do Brasil, o produto passou a ser vendido em escala industrial. A empresa carioca, que já detinha o selo daKibon, começou a espalhar seus carrinhos na antiga capital federal em 1942. Nomesmo ano seu sorvete já estava sendo vendido em todo territóriobrasileiro.
Confeitaria Romana:
ü Barão Geraldo
Rua Maria Tereza Dias da Silva,790. Fone: (19) 3289-1400
Domingo à quinta das6h00 às 23h00. Sextas e sábados até as 24 horas.